Como posso ajudar no seu projeto?
Apoio a elaboração, captação e gestão dos seus projetos culturais — da ideia ao texto pronto para editais. Comece com uma sugestão ou descreva sua necessidade.
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Elaborador de Projetos Culturais
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Apoio a elaboração, captação e gestão dos seus projetos culturais — da ideia ao texto pronto para editais. Comece com uma sugestão ou descreva sua necessidade.
Agente Elaborador de Projetos Culturais · 11H2
Este agente é um orientador especializado. Ele foi criado para quem precisa de ajuda técnica na elaboração de projetos culturais (Editais, Leis de Incentivo e editais de fomento). Não é necessário saber usar IA; você apenas conversa com ele e ele organiza o trabalho.
Ao informar sua experiência com o Poder Público, o agente precisa que você diferencie os tipos de relação. Quando o agente perguntar, seja claro sobre:
Antes de finalizar a conversa com o agente, certifique-se de que ele validou:
Para garantir a qualidade das informações, o agente trabalha com um projeto por vez. Caso deseje iniciar um novo projeto, envie a instrução: "Quero iniciar um novo projeto" para resetar o contexto e começar um novo atendimento.
Se estiver com pressa, siga este caminho: Envie o Edital → Envie seu Projeto Base → Responda às perguntas → Valide os textos → Revise o Checklist Final.
Agente Elaborador de Projetos Culturais · Gestão & Diretrizes
Este manual explica como usar o agente Elaborador de Projetos Culturais para criar, revisar, adaptar e finalizar projetos culturais para editais públicos, leis de incentivo e chamadas de fomento.
Ele foi escrito para pessoas que não têm experiência com inteligência artificial, não conhecem bem editais culturais ou nunca elaboraram um projeto completo antes.
O agente funciona como um orientador especializado: ele conduz a pessoa usuária passo a passo, faz perguntas, organiza as informações, interpreta o edital, ajuda a escrever os textos do projeto e aponta pendências antes da inscrição.
A proposta não é substituir a responsabilidade da pessoa proponente, mas oferecer apoio técnico para transformar ideias, rascunhos e informações soltas em um projeto cultural claro, coerente e adequado ao edital.
O agente serve para apoiar a elaboração de projetos culturais em diferentes fases.
Ele pode ajudar a:
Este agente não inventa dados.
Ele não deve criar informações falsas, números sem base, currículos inexistentes, experiências que não aconteceram, documentos que não existem ou parcerias não confirmadas.
Ele também não substitui:
O agente ajuda a organizar e qualificar o projeto, mas a pessoa proponente continua responsável pela veracidade das informações.
A conversa deve ser simples. A pessoa usuária pode escrever como fala normalmente.
Exemplos de mensagens úteis:
Não é necessário usar palavras técnicas. O agente deve transformar respostas simples em textos institucionais adequados ao projeto.
O agente trabalha melhor quando segue um processo organizado.
A ordem recomendada é:
A pessoa usuária não precisa saber tudo no início. Pode responder aos poucos.
A primeira coisa a fazer é enviar o edital.
A pessoa usuária pode:
Mensagem sugerida:
“Segue o edital. Quero elaborar um projeto para ele.”
Depois de receber o edital, o agente deve analisar:
O agente deve apresentar um resumo claro e perguntar se a pessoa está de acordo antes de continuar.
Exemplo de resposta esperada do agente:
“Analisei o edital. Ele seleciona projetos de formação e internacionalização, tem dois módulos, exige Plano de Trabalho e Formulário de Inscrição, e avalia experiência, proposta técnica, indicadores, gestão e inclusão. Você está de acordo com este resumo?”
A pessoa usuária pode responder:
Depois do edital, o agente pergunta se já existe um projeto base.
A pessoa usuária pode enviar:
Mensagem sugerida:
“Tenho esse projeto antigo. Quero adaptar para o edital atual.”
Se houver projeto base, o agente deve aproveitar as informações existentes e adaptar ao novo edital.
Se não houver, o agente deve construir tudo a partir das respostas da pessoa usuária.
Nesta etapa, o agente faz perguntas em ordem.
A pessoa usuária deve responder com o que souber. Quando não souber, pode escrever:
“Não sei.”
ou
“Posso enviar depois?”
O agente deve registrar como pendência e continuar quando for possível.
O agente pergunta:
“Qual será o nome do projeto?”
A pessoa pode responder com um título pronto ou pedir sugestões.
Exemplo:
“Residência Artística - Música para Todos”
O agente pergunta o que será feito.
A pessoa pode responder de forma simples:
“É uma residência artística de mulheres da música entre Brasil e Holanda, com espetáculo, documentário e ações em Macapá.”
O agente transforma isso em resumo institucional.
O agente pode pedir objetivos ou sugerir com base no projeto.
Exemplos de objetivos:
Muitas pessoas têm dificuldade nessa parte. A pessoa usuária pode dizer:
“Me ajude a responder.”
O agente deve fazer perguntas ou propor um texto com base nas informações já dadas.
Uma boa justificativa deve explicar:
O agente solicita os dados do proponente.
Para pessoa jurídica, normalmente são necessários:
Exemplo:
“Projetos Produções e Serviços Ltda., CNPJ..., fundada em 2010, atua com dança, culturas urbanas, festivais e documentários.”
O agente transforma esse histórico em texto adequado ao edital.
A ficha técnica lista quem vai trabalhar no projeto.
Para cada pessoa, o agente pede:
Exemplo:
Nome: Maria Silva
Função: Coordenação geral / direção do projeto
Carga horária: 8 horas semanais
Currículo: envio depois
Se o currículo ainda não estiver pronto, o agente registra como pendência.
O agente pergunta quais medidas de acessibilidade serão adotadas.
Exemplos:
A pessoa usuária pode responder:
“Todos esses fazem sentido.”
O agente cria um texto de acessibilidade.
O plano de trabalho descreve as etapas do projeto.
Exemplo de etapas:
O agente organiza isso em linguagem técnica.
A contrapartida é a forma de devolver algo à sociedade.
Exemplos:
Mesmo quando o edital diz que contrapartida financeira não é obrigatória, pode haver exigência de compartilhamento social, democratização do acesso ou retorno público.
O agente pergunta como o projeto será divulgado.
Exemplos de canais:
O agente também lembra de incluir marcas obrigatórias quando o edital exigir.
Sempre que o agente escrever uma seção do projeto, ele deve perguntar:
“Você está de acordo com este texto? Há algum ajuste ou alteração a realizar?”
A pessoa usuária pode responder:
O agente só deve considerar o texto aprovado depois de confirmação clara.
A pessoa usuária pode não saber muitas informações no início. Isso é normal.
Ela pode escrever:
O agente deve então:
Exemplo:
Usuária:
“Posso enviar a ficha técnica depois?”
Resposta adequada do agente:
“Pode, sim. Mas essa informação é obrigatória no Plano de Trabalho. Vou registrar como pendência e seguimos com a próxima parte.”
Quando a pessoa envia um projeto antigo, o agente deve separar o que pode ser aproveitado e o que precisa ser adaptado.
Exemplo:
Um projeto antigo pode ter:
Mas cada edital tem exigências próprias. Por isso, o agente deve adaptar:
Nunca se deve simplesmente copiar um projeto antigo sem adequação.
O agente pode ajudar a montar orçamento por rubricas.
Exemplos de rubricas:
O agente deve perguntar antes de definir valores.
Exemplo de pergunta:
“Quantas pessoas viajarão?”
Essa pergunta é importante porque uma alteração pequena pode mudar passagens, hospedagem, alimentação e seguro.
Pode sugerir uma distribuição inicial, mas não deve afirmar que os valores são definitivos sem conferência.
Os valores devem ser compatíveis com:
Depende do edital.
Alguns editais exigem cotações formais. Outros pedem apenas estimativa de custos.
Mesmo quando não for obrigatório anexar orçamento, é recomendável guardar referências, links, prints ou cotações simples dos principais custos.
O agente deve alertar quando:
Metas são resultados concretos que o projeto pretende entregar.
Indicadores mostram como esses resultados serão medidos.
Meios de verificação comprovam que as metas foram cumpridas.
Exemplo:
Meta: Realizar 1 oficina gratuita para até 80 pessoas.
Indicadores: número de participantes, carga horária, perfil do público.
Meios de verificação: lista de presença, fotos, vídeos e relatório.
O agente deve ajudar a transformar ideias gerais em metas claras e mensuráveis.
A acessibilidade não deve ser tratada como detalhe. Ela é uma parte importante do projeto.
O agente deve perguntar quais medidas serão adotadas e verificar se elas aparecem também no orçamento e no cronograma.
Exemplo:
Se o projeto promete intérprete de Libras, o orçamento deve prever verba para isso.
Se o projeto promete documentário legendado, o orçamento ou a equipe deve prever legendagem.
Se haverá atividade presencial, o local deve ser acessível ou a equipe deve explicar que buscará espaço acessível.
Muitos editais valorizam ações afirmativas, diversidade e participação social.
O agente deve verificar se o projeto contempla:
O agente não deve inventar pertencimentos ou identidades. Deve apenas organizar as informações fornecidas.
Quando a pessoa não concorre em cota, o projeto ainda pode ter ações de inclusão e diversidade no conteúdo, no público e nas estratégias de acesso.
Muitos editais têm formulário próprio.
O agente deve pedir:
Depois, deve preencher o que já souber e listar o que falta.
Exemplo de pendências comuns:
A pessoa usuária pode responder aos poucos.
Quando uma informação falta, o agente deve registrar claramente.
Exemplo:
Pendência: currículo resumido de Ana Souza.
Ou:
Pendência: carta de anuência do espaço em Curitiba.
No final, o agente deve reunir todas as pendências em um checklist.
Depois de montar o projeto, o agente deve revisar a coerência interna.
Ele deve verificar:
Se algo estiver incoerente, o agente deve alertar.
Depois que o projeto estiver aprovado pela pessoa usuária, o agente pode fazer uma análise crítica como se fosse integrante da banca.
A análise deve avaliar:
Para cada eixo, o agente pode indicar:
Essa etapa ajuda a melhorar o projeto antes da inscrição.
Ao final, o agente deve criar um checklist personalizado com base no edital.
O checklist deve conter:
O agente deve destacar tudo que ainda falta.
Exemplo:
A seguir está um exemplo de fluxo simples, por exemplo, um projeto para residência artística.
Pessoa usuária
“Oi.”
Agente
“Olá! Sou seu agente especialista em elaboração de projetos culturais. Para começar, anexe aqui o edital ou cole o conteúdo diretamente no chat.”
Pessoa usuária
Envia o edital.
Agente
“Recebi o edital. Vou resumir objeto, módulos, prazos, documentos e critérios de avaliação.”
Depois, o agente apresenta o resumo e pergunta se pode seguir.
Pessoa usuária
“Sim.”
Agente
“Você já tem projeto base?”
Pessoa usuária
Envia um projeto antigo.
Agente
“Recebi o projeto base. Podemos adaptar para este edital. Qual será o nome final do projeto?”
Pessoa usuária
“Intercâmbio Cultural - 11h2”
Agente
“Perfeito. Agora vamos ao resumo.”
E assim o agente segue, uma pergunta por vez.
Para usar melhor o agente:
A pessoa usuária pode usar frases simples como:
“Me ajude a escrever essa parte.”
“Não sei responder.”
“Transforme isso em linguagem de edital.”
“Resuma esse histórico.”
“Deixe mais institucional.”
“Faça uma versão mais objetiva.”
“Inclua acessibilidade.”
“Confira se isso atende ao edital.”
“Liste o que ainda falta.”
“Faça uma análise como parecerista.”
“Crie um checklist final.”
A pessoa usuária deve ter atenção a alguns pontos:
Nunca incluir experiência, parceria, equipe, orçamento ou documento que não exista.
Conferir nomes, CPF, CNPJ, RG, endereço, e-mail, telefone e dados bancários.
O agente pode ajudar a identificar o prazo, mas a pessoa deve conferir no edital e na plataforma oficial.
Documentos ilegíveis podem causar desclassificação em muitos editais.
Muitos editais exigem modelos específicos. Não usar modelos de outro edital sem adaptar.
Alguns planos de trabalho exigem assinatura, carimbo, rubrica ou papel timbrado.
Guardar registros, cotações, contratos, notas, fotos, listas de presença e relatórios.
O agente deve usar marcações como:
Exemplo:
“Local em São Paulo: equipamento cultural, casa de cultura, centro cultural, SESC ou espaço parceiro acessível, a confirmar na etapa de pré-produção.”
Essa formulação é melhor do que inventar um espaço ainda não confirmado.
Cada edital tem regras próprias.
Por isso, o agente não deve aplicar automaticamente uma estrutura antiga a um novo edital.
Sempre que receber um novo edital, deve verificar:
Quando tudo estiver preenchido, a pessoa usuária pode escrever:
“Agora gere a versão final do projeto.”
O agente deve verificar se ainda há pendências.
Se houver pendências importantes, deve avisar antes:
“Posso gerar uma versão final preliminar, mas ainda faltam os currículos e a carta de anuência.”
Se tudo estiver completo, o agente pode organizar o texto final conforme a estrutura exigida pelo edital.
Depois da versão final, a pessoa pode escrever:
“Faça uma análise como parecerista.”
O agente deve avaliar o projeto com olhar crítico, apontando pontos fortes, fragilidades e melhorias.
Essa análise deve ser objetiva e conectada aos critérios do edital.
Depois da revisão, a pessoa pode escrever:
“Crie o checklist final de entrega.”
O agente deve criar uma lista com:
Em um projeto de residência artística, por exemplo, as pendências poderiam ser:
A pessoa usuária pode começar assim:
“Olá. Quero elaborar um projeto cultural para um edital. Vou enviar o edital e, se possível, quero que você me conduza passo a passo até o projeto final.”
Ou:
“Tenho uma ideia de projeto, mas não sei preencher o edital. Me ajude do começo.”
Ou:
“Tenho um projeto antigo e quero adaptar para este novo edital.”
Quando o agente pedir informações, a pessoa pode responder assim:
Nome do projeto:
Resumo da ideia:
Quem realiza:
Onde acontece:
Quando acontece:
Público previsto:
Equipe:
Valor solicitado:
Contrapartidas:
Acessibilidade:
O que ainda não sei:
Mesmo que algumas respostas fiquem incompletas, isso ajuda o agente a avançar.
O agente deve escrever com linguagem:
Evitar frases como:
Preferir frases como:
Se a pessoa disser uma informação e depois corrigir, o agente deve atualizar o projeto.
Exemplo:
Primeiro:
“Viajam 4 dançarinas e a coordenação geral.”
Depois:
“Também vai uma DJ.”
O agente deve verificar se o total de pessoas mudou e se o orçamento precisa ser ajustado.
No exemplo, foi necessário confirmar se seriam 5 ou 6 pessoas viajando.
Esse cuidado evita erro no orçamento.
Se o local ainda não estiver definido, o agente não deve inventar.
Pode escrever:
“São Paulo/SP — equipamento cultural, casa de cultura, centro cultural, SESC ou espaço parceiro acessível, a confirmar na etapa de pré-produção, conforme disponibilidade, adequação técnica, acessibilidade e capacidade de público.”
Essa formulação demonstra planejamento, mas deixa claro que o espaço será confirmado depois.
Quando possível, é melhor definir o local antes da inscrição e anexar carta de anuência.
Cartas de anuência são documentos em que uma pessoa, espaço ou instituição confirma apoio ou participação no projeto.
Elas podem ser úteis para comprovar viabilidade.
Exemplos:
Quando o edital não exige, elas podem não ser obrigatórias, mas ajudam a fortalecer a proposta.
Currículos para edital devem ser curtos, objetivos e conectados à função no projeto.
Não precisam parecer currículo de emprego tradicional.
Um bom currículo resumido deve mencionar:
Exemplo de estrutura:
“Artista, dançarina e produtora cultural com atuação em culturas urbanas, breaking e produção de festivais. Participou de projetos nacionais e internacionais, com experiência em criação coreográfica, formação e circulação artística.”
O histórico do proponente deve demonstrar capacidade de execução.
Deve incluir:
O agente deve transformar informações soltas em texto coeso.
O agente deve separar:
Essas coisas não são iguais.
Se a pessoa não souber classificar, o agente deve perguntar e registrar com cuidado.
O atendimento ideal termina com:
Ao final, o agente deve parabenizar a pessoa pela conclusão do processo e lembrar que todos os documentos devem ser conferidos antes da submissão.
Para usar este agente, siga este caminho:
Esta ação irá apagar todo o histórico de conversas atual no banco de dados e reiniciar o atendimento do zero.